Custo da Saúde: Uma Questão Antiga, uma Nova Discussão num Cenário Dinâmico

Custos dos Tratamentos de Saúde aumentando, não é nenhuma novidade. Também não é novidade os motivos que geram esse impacto: Aumento da Expectativa de Vida, Novas Tecnologias para Tratamento de Doenças Complexas e Diagnósticos mais precoces e eficientes.

O que sim tem chamado exacerbadamente a atenção dos gestores envolvidos nesta área é que, no Mundo inteiro, esses Custos tem aumentado muito mais que a própria inflação.

Em 2018, a lata no Brasil foi de 17,3% contra uma Inflação de 3,7%, e nos Estados Unidos, um Aumento para os Custos de Saúde de 5,6% versus uma Inflação de 1,8%.

E como gerir esta situação, principalmente no tocante aos Prestadores de Serviço e as respectivas Fontes Pagadoras, especificamente as Operadoras de Saúde, no caso do Brasil?

Em anexo, artigo da Revista EXAME, na sua edição de N° 1.189, deste final de semana, escrito pelo Lucas Amorim e com depoimento do Cláudio Lottenberg, Presidente do Grupo United Health no Brasil, dona da AMIL desde 2012, que traz uma perspectiva de como essa “dinâmica” atual de subsídio poderia estar financiando outras questões, além do próprio Custo da Saúde que o Paciente recebe.

Abraços e boa leitura!

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