No futuro, o trabalho será definido pelo rendimento e pelos problemas resolvidos, e não pelas atividades e tarefas executadas; equipes e relacionamentos engajados e motivados, não subordinados supervisionados; tecnologias que automatizam o trabalho e aumentam a força de trabalho para aumentar a produtividade e aumentar o valor para os clientes; e integração de desenvolvimento, aprendizado e novas experiências no fluxo de trabalho do dia-a-dia (muitas vezes em tempo real).

No arquivo anexo, interessante artigo intitulado “From Jobs to Superjobs”, publicado no The Wall Street Journal desta semana, e escrito por Erica Volini, Principal, Global Human Capital Leader, Jeff Schwartz, Principal, Human Capital, e Brad Denny, Principal, Human Capital, todos da Deloitte Consulting LLP.

Abraços e boa leitura!

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