Doria deve dar incentivo a farmacêuticas nas próximas semanas

Em artigo publicado no dia de hoje, 12 de abril, na sessão Painel S.A. do Jornal Folha de São Paulo, a repórter Joana Cunha nos atualiza a respeito dos bastidores das negociações que acontecem neste momento no Palácio dos Bandeirantes.

Abraços e boa leitura!  

Quanto custa a Saúde? Quanto vale a Vida?

Esta questão retórica intitula o artigo (em anexo) publicado na revista Isto É, na sua edição de N° 2571, de 10 de Abril de 2019, e de autoria do Fernando Lavieri.

O total de ações judiciais pedindo remédios e tratamentos ao Estado e às operadoras de saúde aumenta mais de 100% em nove anos. Sem preparo técnico, os juízes tornam-se os responsáveis por decidir quem tem direito ao que há de mais moderno na medicina. Os dados esquentam a discussão sobre o polêmico processo de judicialização da saúde que toma conta do País“.

Abraço, boa leitura e fiquem a vontade para deixar seus comentários!

Demografia Médica no Brasil 2018

Se falamos de Planejamento Estratégico, não podemos deixar de falar de Informação.

Não apenas de Dados, e sim de quando esses Dados se transformam em Valor Agregado.

Um excelente exemplo de Informação de alto Valor Agregado é o trabalho do Prof. Dr. Mário Scheffer, do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, FMUSP, Demografia Médica no Brasil 2018, na sua 4ª Edição.

Como o próprio Presidente do CFM, Dr. Carlos Vital Tavares Corrêa Lima menciona de forma pragmática na Apresentação da Obra, “informações atualizadas e novos dados que permitem melhor compreensão da realidade da prática médica no País

Boa leitura e melhor aproveitamento ainda no suporte às Decisões Estratégicas que precisar tomar.

Abraços!  

16 Hospitais Brasileiros entre os Melhores da América Latina

O ranking da revista de negócios América Economia Intelligence de 2018, divulgado recentemente, classificou o Hospital Israelita Albert Einstein na primeira posição do ranking. O Hospital Moinhos de Vento aparece na 15ª posição, como a quarta instituição brasileira mais bem avaliada e duas posições acima em consideração a edição anterior.

A publicação avalia itens como: Segurança e Dignidade do Paciente, Capital Humano, Eficiência, Promoção do Conhecimento, e Experiência do Paciente.

Fizeram parte do ranking hospitais e clínicas indicadas como referência pelo Ministério da Saúde ou outra autoridade da área da Argentina, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Chile, Cuba, Equador, México, Panamá, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela. As instituições participantes podem ser públicas, privadas ou universitárias.

Os representantes enviam informações obtidas em questionário, que coleta dados em torno de sete dimensões de qualidade hospitalar, além de um conjunto de documentos que comprovem os dados. Os hospitais que ultrapassaram os 50 pontos na avaliação são classificados – em 2018, foram 58 instituições, entre cerca de 200 avaliadas.

Além dos hospitais Albert Einstein (1º) e Moinhos de Vento (15º), outras 14 instituições brasileiras aparecem no ranking:

Hospital Samaritano de São Paulo (6º), Hospital Alemão Oswaldo Cruz (13º), Hospital São Vicente de Paulo (18º), Hospital Santa Paula (20º), Hospital Infantil Sabará (21º), Hospital Edmundo Vasconcelos (26º), BP Mirante (27º), Hospital TotalCor (31º), Hospital Pró Cardíaco (40º), Hospital Municipal Moysés Deutsch – M’ Boi Mirim (41º), Hospital Marcelino Champagnat (46º), Hospital 9 de Julho (47º), Hospital Samaritano Botafogo (52º) e Hospital Brasília (55º)

Como fazer com que as pessoas prestem atenção durante treinamentos corporativos

Segundo o artigo “How to Get People to Pay Attention During Corporate Trainings”, da HBR MIT Harvard Business Review, publicado ainda hoje por Jacqueline Carter, Rahul Varma, e Rasmus Hougaard, no arquivo em anexo, cabe aos profissionais de desenvolvimento trazer a atenção plena para suas experiências em sala de aula.

Veja mais detalhadamente no próprio artigo as seguintes dicas:

Ninguém conhece tua Estratégia – nem mesmo teus principais Líderes

O artigo “No One Knows Your Strategy — Not Even Your Top Leaders”, da publicação MIT SLOAN Management Review, escrito por Donald Sull, Charles Sull, e James Yoder, em tradução livre no arquivo em anexo, traz os resultados em destaque da pesquisa do projeto de agilidade estratégica, e revela as surpreendentes razões pelas quais os gerentes não conhecem a estratégia da empresa.

Assustador. Porém, muito mais real e comum do que podemos imaginar!

Vamos conversar?

Na BLEND HealtCare temos soluções de Alinhamento Estratégico além de um importante e consistente leque de soluções nas áreas de Estratégia, Cultura e Capacidades que nos permitem uma robusta criação de valor em todas nossas interações, sem exceção.

Abraços e boa leitura!

Scrum e Metodologia AGILE

Segundo o Guia do Scrum®, desenvolvido e mantido pelos seus próprios criadores, Ken Schwaber e Jeff Sutherland, o Scrum é um framework (estrutura) dentro do qual pessoas podem tratar e resolver problemas complexos e adaptativos, enquanto produtiva e criativamente entregam produtos com o mais alto valor possível.

A essência do Scrum é um pequeno time de pessoas

Scrum é fundamentado nas teorias empíricas de controle de processo, ou empirismo.

Veja no artigo anexo, da Revista Você SA desta semana, intitulado “5 Atitudes Ágeis”, como desenvolver alguns comportamentos para praticar a agilidade no seu dia a dia!

Brazil: the opportunity is there / Brasil: a oportunidade está lá

Interessante apresentação preparada pelo Bank of America Merrill Lynch e que proporciona de forma completa e detalhada um panorama da situação macro econômico-política do pais.

Boa leitura e bons negócios!   

Human to Human (H2H) … Será?

Segundo a consultoria Gartner, pesquisa divulgada recentemente abaliza que quando o assunto é investimento em tecnologia nos próximos cinco anos, 37% dos CEOs entrevistados apontam a gestão da experiência do cliente como o principal recurso tecnológico para os negócios, seguido por marketing digital, com 32%, e Business Analytics, com 28%.

E tudo isto não é nenhuma novidade.

Esse apavorante e vertiginoso avanço da tecnologia, tem feito, de forma inexorável, com que consigamos consequentemente, avanços também nas “formas e formatos” que fazemos e tentamos fazer negócios.

E com isso, todas as relações entre as empresas e consumidores mudaram e continuarão mudando, certamente.

Hoje, a “maior verdade” (sendo que me recuso a falar de verdade absoluta, por definição), é que com essa nova realidade, plenamente baseada no crescimento do mundo digital, os usuários passam a ser o ponto fundamental das estratégias das empresas.

Tamanha mudança na forma e conceito (não apenas de organizar as operações como na própria perspectiva da relação entre as empresas e consumidores) faz surgir um novo conceito, o Human to Human (H2H), que de alguma forma, chega para substituir os formatos e modelos B2B ou mesmo de B2C.

Conceitualmente, trata-se de uma abordagem sensacional, que demostra quanto o “mundo dos negócios” sensibilizou-se a respeito da sua essência e principal razão de existir, o Ser Humano, no seu mais atual momento.

Mas ….. E a pragmaticidade concreta e real da implementação de todo este conceito?

Como fica o Human to Human, quando na realidade, investe-se mais em tecnologia, muitas vezes (se não sempre!) para diminuir o impacto da “payroll”, num sistema vil, altamente tributado?

Não estamos, essencialmente, nos planteando uma dicotomia?

Estamos escolhendo e (consequentemente) observando os KPIs corretos para acompanhar o desempenho deste tipo de iniciativa?

Não tenho as respostas para estas perguntas acima, quem me dera.

Trata-se, fundamentalmente, de questões retóricas, para nossa reflexão, e profunda análise.

Apenas tenho a certeza absoluta que, como reza o título do livro do Robert Salmon, “Todos os caminhos conduzem ao Homem”.
E é isso, primordial e necessariamente, que devemos entender e considerar para sermos bem-sucedidos em toda e qualquer iniciativa do mundo digital, e principalmente quando nos referimos a Human to Human: Se de PESSOAS se trata, as PESSOAS deverão não apenas ser o centro ou ponto fundamental da estratégia. As PESSOAS devem, imperativamente, ser absolutamente PARTE dessa estratégia.

Como a Localização Geográfica pode impactar a Saúde da Força de Trabalho de uma Empresa?

Riscos de saúde cardiovascular e metabólica são os principais fatores de incidência no aumento dos custos médicos patrocinados pelo empregador em todo o mundo, de acordo com as seguradoras da pesquisa Medical Trends Around the World da Mercer.

Mas outros fatores estão em ascensão e variam por região ao redor do mundo. Na América Latina e na Ásia há os fatores de risco alimentar, na Europa é a saúde mental, no Oriente Médio é a fumaça de cigarro.

Essas ameaças à saúde são excepcionalmente caras, com os empregadores canadenses perdendo US $ 16,6 bilhões em produtividade por ano para problemas de saúde mental, de acordo com a mesma pesquisa Medical Trends Around the World, de 2018, da Mercer.

O que podemos aprender com essas variações? O que os Empregadores e as Empresas podem fazer para melhorar a Saúde de suas respectivas Equipes?